Nada é mais poesia do que a sua liberdade de fazer escolhas. Nada pode ser mais lírico do que, depois de tanto tempo poder ser quem você é sem medo de repressão alguma. Hoje eu celebro essa liberdade
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quarta-feira, 24 de março de 2010
sábado, 13 de dezembro de 2008
by Ana [2]
Porque você não escuta o meu chamado?
Porque não vem?
Eu espero.
Eu tenho esperado, aliás.
Eu espero mais 28 anos se você disser que vem.
Se você disser que vai repensar as últimas palavras.
Porque você ainda me deve uma viagem
e
uma caixa de champagne.
Eu acho que vou chamar você para sempre.
Além de ter olhos eu preciso que você também tenha ouvidos.
Pode ouvir o som do meu amor?
Porque não vem?
Eu espero.
Eu tenho esperado, aliás.
Eu espero mais 28 anos se você disser que vem.
Se você disser que vai repensar as últimas palavras.
Porque você ainda me deve uma viagem
e
uma caixa de champagne.
Eu acho que vou chamar você para sempre.
Além de ter olhos eu preciso que você também tenha ouvidos.
Pode ouvir o som do meu amor?
by Ana.
Tudo tão plácido,
tão calmo,
tão manso.
E de repente, se forma.
Feito um grito preso há muito.
E de repente explode
e quase me leva junto.
Eu me dou conta de que
estou só nesse processo.
Preciso de ar.
tão calmo,
tão manso.
E de repente, se forma.
Feito um grito preso há muito.
E de repente explode
e quase me leva junto.
Eu me dou conta de que
estou só nesse processo.
Preciso de ar.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
sábado, 15 de novembro de 2008
por Ana mesmo.
Porque é que nunca é simples dizer o que eu quero? Porque eu sinto melhor que escrevo? Eu quero queria escrever tão melhor do que o que sinto... Tanta coisa que eu queria dizer e tão poucas palavras, porque?
sábado, 5 de abril de 2008
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Amor incondicional.

Porque existe tanta poesia no amor incondicional. No amor que é desapegado, que não espera nada em troca, que acredita no melhor sempre. No amor de todo dia, no amor que resiste ao mau humor, brigas e cansaços. No amor no Natal, aniversário ou de um dia qualquer. No amor que faz você se preocupar, ouvir, estar atento, querer estar junto... Existe tanta poesia nesse amor. E é assim que eu amo vocês.
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
domingo, 23 de setembro de 2007
domingo, 9 de setembro de 2007
sábado, 8 de setembro de 2007
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Dia 3 de setembro SEMPRE vai ser seu dia, vô.
domingo, 2 de setembro de 2007
Saudade.
Hoje eu acordei com saudades da faculdade. De bater papo nos tempos de Clarice e do Pimenta, de morrer de rir de manhã com a Lú e de esperar o Olavo chegar de tarde pra ficar pedindo pra ele atualizar o blog de janela. Saudades do blog de janela. Saudades das pessoas me chamando de Paulinha, porque eu me sentia meiguinha. Saudades da Malú me trazer coisas rosa ou fofinhas porque "ela achava a minha cara". Saudades da risada e da lerdeza da Lídia e de ouvir a Dani falar "mêo" a cada frase. Saudades de falar mal da "thanks for sharing" porque ela era um porre e se achava a tal. Saudades de inventar música pra quando a Clarice foi pra Niterói (e só NÓS sabemos o que teve lá, rsrsrsrsrs). Saudades das aulas do Luiz Fernando, do livro de latim que eu comprei e lí até a segunda lição porque o professor pediu licença no meio do curso. Saudades da versão "Bonde do Tigrão" em latim. Saudades das traduções toscas do Fofuxo pra músicas internacionais ("Gire e Grite" era o máximo). Saudades de fazer bagunça na aula de Português II com a Maria do Carmo que a gente chamava de "mulher de Algarves" por causa do bigodinho e da super pinta que mais parecia uma verruga. Saudades de mandar bilhetinhos no meio de todas as aulas e rir pelos cantos da boca como criança levada. Saudades de me fingir de Sandy - Cristal e o Fofuxo de Purunã guia espiritual. Saudades das aulas da Marília e de fazer um seminário legal em Expressão Oral. Saudades de ler Adélia Prado, Rubem Fonseca e Nelson Rodrigues pela primeira vez. Saudades de poder ficar rodando pela biblioteca simplesmente sentindo o cheiro dos livros. Saudades do Juca que fez bunda lêlê no ICB. Saudades de ir à Fafich porque a cantina de lá era muito melhor que a da Letras, saudades de dizer que o xérox da Letras é melhor que o da FAE, saudades de Andiroba Selvagem e da Clarice batendo panela de madrugada. Saudade do churrasco na casa do Cefas, de ouví-lo dizer Cabo Verrrrde com aquele sotaque ou do Fofuxo desenhando um Psicodelic Egg. Saudades do prego Nail que ele enterrou num canteiro perto da Cantina. Saudades do medo das aulas do British (ele era britãnico mesmo?) Kevin Keys (que Deus o tenha) e do espevitado Tom Burns, até quando ele esbravejava (se bem que ele me achava boa aluna né?). Saudades dos professores do CENEX (tinha um então que era um pitéééééu, rsrrsrs) e da Diná na informática. Saudade até dos pcs que mal mal funcionavam. Saudades das Literaturas - todas elas -. Saudades da classeda Heliana Mello (eu queria ser como ela quando eu crescesse). Saudades do Bruno me chamando de trava/racha, e da gente falando putaria pra variar ou conversando que nem duas loucas histéricas e rindo dos modelitos péssimos circulando ou dele falando "Brochinha". Saudades de zoar calouro. Saudades de ganhar abraços e de conhecer meio mundo (afinal, sete anos e dois cursos depois...). Saudade das calouradas, dos "na tora"... Falando em eventos saudades do ENEL em Salvador e de tudo de bom que esse encontro rendeu. Saudades tantas que me pegam de jeito e me enlaçam nessa tarde de domingo....
Continua...
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Cria minha
Eu costumava escrever poesia.
Pelo menos eu achava que era poesia. Na verdade eu ainda gosto de algumas e tantas outras eu acho que se eu mexesse um pouquinho, dava pra melhorar. Mas o problema é que antes eu acreditava na poesia como algo "psicografado", do tipo a inspiração baixou, eu escreví e pronto.
E é ai que mora o engano. Poesia é um trabalho ardoroso, minucioso e tem dias que é chato mesmo. Mas talvez não fosse tão bom de ler se não fosse assim né?
Essa introdução toda é pra dizer que o próximo poema é meu. É simples, meio tolinho, mas meu. E como boa mãe, tenho orgulho dos meus filhinhos, até os mais tolinhos.
Toda mulher
Toda mulher
Quer
Um corpo
ao lado do seu
Toda mulher
Quer
Um principe
O seu Romeu
Toda mulher
Quer
O fogo
De Prometeu
Toda mulher
Quer
Um homem
Para ser seu
Pelo menos eu achava que era poesia. Na verdade eu ainda gosto de algumas e tantas outras eu acho que se eu mexesse um pouquinho, dava pra melhorar. Mas o problema é que antes eu acreditava na poesia como algo "psicografado", do tipo a inspiração baixou, eu escreví e pronto.
E é ai que mora o engano. Poesia é um trabalho ardoroso, minucioso e tem dias que é chato mesmo. Mas talvez não fosse tão bom de ler se não fosse assim né?
Essa introdução toda é pra dizer que o próximo poema é meu. É simples, meio tolinho, mas meu. E como boa mãe, tenho orgulho dos meus filhinhos, até os mais tolinhos.
Toda mulher
Toda mulher
Quer
Um corpo
ao lado do seu
Toda mulher
Quer
Um principe
O seu Romeu
Toda mulher
Quer
O fogo
De Prometeu
Toda mulher
Quer
Um homem
Para ser seu
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